quinta-feira, 31 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Humanidade
The last Lecture
ver no Público em:
http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20080728155019&z=1
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domingo, 27 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
Desenho de um caminho...
E se eu pedisse a quem me conhece para me desenhar um caminho?
Provavelmente teria algumas ortigas, bravas e ávidas a despontar em qualquer lugar e prontas para arranhar quem por elas passasse. Em todos os caminhos existem ortigas e ervas daninhas, as danadas.
Poderia ser de terra batida, onde ficariam vincadas as marcas de cada passo dado.
Poderia ter muitas curvas sepenteadas para dobrar e bermas de montes escarpados para subir, onde brotam as estevas. Os caminhos assim valem a pena serem percorridos, só para sentir o cheiro da esteva em cada início do tempo ameno.
Poderia passar por campos verdejantes, salpicados de papoilas e madressilvas.
Poderia passar por um descampado inóspito e seco. Não importava, seria um caminho para percorrer até ao fim. Nesse caminho eu poderia parar para descansar e ouvir o silêncio, mas não me sentaria por muito tempo. Um caminho desses seria para seguir sempre em frente, descobrindo-o de cara levantada, mesmo sendo duro e árido. Quem sabe se no fim desse caminho desenhado não haveria um pequeno oásis, líquido, verdejante e fresco!
Poderia ser um caminho cheio de pó levantado pelo vento. E poderia ter muitas pedras duras no chão, aquelas que magoam os pés em cada passo dado em frente, às quais não é possível o desvio, que escaldam no tempo quente ou que congelem no tempo frio. Os caminhos são assim, não há caminhos sem pedras, são como a vida.
Eu não posso imaginar o traço desse caminho que me desenhassem. Cada um desenharia o seu, colado à sua inspiração. Não posso imaginar que cores lá seriam salpicadas e quais os cenários estampados, mas gostava tanto que este caminho passasse ao pé do mar, pertinho, porque mesmo que eu não o conseguisse alcançar, nem com a mão ou o olhar, pelo menos poderia sentir a maresia fresca quando o vento soprasse.
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fotografia Maramar
sexta-feira, 25 de julho de 2008
O prazer de Ser
« Gosto da palavra oferece, talvez porque o que de mais bonito na vida não se compra, nem se vende. Conquista-se, ganha-se, descobre-se, sente-se, vive-se, transmite-se, dá-se.
E assim nos vamos sentindo cada mais iguais a nós próprios, não por ter, nem por parecer, mas, afinal, por ser. Por nos irmos aproximando, gradual e lentamente, daquilo que desejamos ser. Por irmos conquistanto o direito de sermos iguais a nós próprios. Pelo prazer de ser»
Luís Portela
O Prazer de Ser
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fotografia Maramar
quinta-feira, 24 de julho de 2008

O dia mais belo? Hoje.
A coisa mais fácil? Equivocar-se.
O obstáculo maior? O medo.
O erro maior? Abandonar-se.
A raiz de todos os males? O egoísmo.
A distração mais bela? O trabalho.
A pior derrota? O desalento.
Os melhores professores? As crianças.
A primeira necessidade? Comunicar-se.
O que mais faz feliz? Ser útil aos demais.
O mistério maior? A morte.
O pior defeito? O mau humor.
A pessoa mais perigosa? A mentirosa.
O sentimento pior? O rancor.
O presente mais belo? O perdão.
O mais imprescindível? O lar.
A estrada mais rápida? O caminho correto.
A sensação mais grata? A paz interior.
O resguardo mais eficaz? O sorriso.
O melhor remédio? O otimismo.
A maior satisfação? O dever cumprido.
A força mais potente do mundo? A fé.
As pessoas mais necessárias? Os pais.
A coisa mais bela de todas? O amor.
Madre Teresa de Calcutá
quarta-feira, 23 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
Tomorrow Never Knows
Turn off your mind, relax and float down stream,
It is not dying, it is not dying
Lay down all thought, surrender to the void,
Is it shining? Is it shining?
That you may see the meaning of within
It is being, it is being
Love is all and love is everyone
Is it knowing? Is it knowing?
That ignorance and hate may mourn the dead
It is believing, it is believing
But listen to the colour of your dreams
Is it not living, is it not living
Or play the game "Existence" to the end
Of the beginning, of the beginning
segunda-feira, 21 de julho de 2008
E por falar em alma ....
Soul is a feeling, feeling deep within
Soul is not the colour of your skin
Soul is the essence, essence from within
It is where everything begins
Soul is what you’ve been through
What’s true for you
Where you going to
What you’re gonna do
Soul is your station for the folk of your nation
Something that you wear with pride
Soul can be your vision, it’s not something that is hidden
It’s not something that you gotta hide
Soul is what you’ve been through
What’s true for you
Where you going to
What you’re gonna do
Soul can be your station for the folk of your nation
Something that you wear with pride
Soul can be your vision it can be your religion
Something that you just can’t hide
Soul is a feeling, feeling deep within
Soul is not the colour of your skin
Soul is the essence, essence from within
Soul is where everything begins
domingo, 20 de julho de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
Um dos melhores momentos
Esta letra de Vinícius cantada por Milton Nascimento.
Uma noite muito bem passada no Coliseu ontem, com ele e o Jobim Trio
«Medo de amar»
Vire essa folha do livro e se esqueça de mim
Finja que o amor acabou e se esqueça de mim
Você não compreendeu que o ciúme é um mal de raiz
E que ter medo de amar não faz ninguém feliz
Agora vá sua vida como você quer
Porém, não se surpreenda se uma outra mulher
Nascer de mim, como do deserto uma flor
E compreender que o ciúme é o perfume do amor
Uma noite muito bem passada no Coliseu ontem, com ele e o Jobim Trio
«Medo de amar»
Vire essa folha do livro e se esqueça de mim
Finja que o amor acabou e se esqueça de mim
Você não compreendeu que o ciúme é um mal de raiz
E que ter medo de amar não faz ninguém feliz
Agora vá sua vida como você quer
Porém, não se surpreenda se uma outra mulher
Nascer de mim, como do deserto uma flor
E compreender que o ciúme é o perfume do amor
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Make it simple
They mocked me when I was singing the songs
Trying to get back to something more simple than we have
They mocked me ‘cos I told it like it was
Wrote about disappointment and greed
Wrote about what we really didn’t need in our lives
Make us feel alive and whole
Illusions and pipe dreams on the one hand
And straight reality is always cold
Saying something hard edged is off the wall
And it might seem too bold
Mocked me when it got out of hand
Nobody tried to understand
Now we got to keep it simple and that’s that
Well I’m down here on the running board
Where I’ve been many times before
But I've got to keep it simple to save myself
Mocked me when I tried to get back
Said the train was completely off the track
And we got to get back to something simple to save ourselves
Whoa we got to get back to something simple just to save yourselves
Well got to get back to something simple just to save yourselves
Well you got to keep it simple, keep it simple just to - and that’s that
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Peace train
Cause out on the edge of darkness, there rides a peace train
Oh peace train take this country, come take me home again
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Jornada

Só muito remotamente a felicidade tem relação com conforto material,
dinheiro, prazer, desejos satisfeitos.
Resulta da fidelidade esforçada àquilo que a nossa consciência nos dita.
É o fruto sem preço de um comportamento correcto.
Paulo Geraldo
sábado, 12 de julho de 2008
O entretanto
Começo a conhecer-me.
Não existo.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram,
Ou metade desse intervalo, porque também há vida...
Sou isso, enfim...
Fernando Pessoa
terça-feira, 8 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Sentimento do Mundo

De mãos Dadas
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, do tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
Carlos Drummond de Andrade
in Sentimento do Mundo
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