I Did Not Die
Do not stand at my grave and forever weep.
I am not there;
I do not sleep.
I am a thousand winds that blow.
I am the diamond glints on snow.
I am the sunlight on ripened grain.
I am the gentle autumn's rain.
When you awaken in the morning's hush
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.
Do not stand at my grave and forever cry.
I am not there.
I did not die.
(Melinda Sue Pacho)
sábado, 26 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
«Fazer contas à vida!»
ouvi eu hoje numa mesa de café mesmo ao meu lado.
Fazer contas à vida.....
Tantas contas que fazemos na vida!
Pensando bem, é o que fazemos permanentemente.
Contas enfiadas, contas desembaraçadas.
Contas de somar.
Contas de dividir.
Contas de multiplicar.
Provas de nove.
Raízes quadradas, redondas, oblíquas.
Contas direitas ou tortas.
Curvadas ou estendidas.
Amarrotadas ou engomadas.
Listas e listas de contas.
Umas prioritárias, outras nem por isso.
Umas são para já.
Outras nem chegamos a fazer.
Muitas contas complicadas.
E outras tantas tão simples.
Contas contadas, faladas ou escritas.
Contas de contos, contas do tempo.
Contas por fazer e desenrolar.
Contas partilhadas.
Contas contidas.
Contas em vão.
Contas perdidas.
Contas achadas.
Contadas para esquecer ou reviver.
Contas que se embrulham, guardadas em lugares negros e suados.
Contas de todas as cores, semeadas, brotadas, criadas.
Contas apertadas num novelo de contas já feitas.
Contas que nos moldam as contas.
Facturas que pagamos todos os dias.
Recibos que guardamos na memória.
Dias inteiros de contas para fazer, para cumprir, para realizar.
Anos de contas contadas.
Em dívida ou liquidadas.
Um rol à nossa frente de contas para fazer.
Projectos de contas, contas sonhadas.
Contas somadas às contas que fazemos dia a dia.
Contas feitas às escuras, aos encontrões.
Contas de Luz.
Contas de Água.
Ontem fizemos contas.
Amanhã faremos contas.
Hoje o que conta são as contas que fazemos hoje.
Para podermos fazer mais contas amanhã.
Ou então somar a uma conta diferente.
Ou dividi-la noutro lugar.
Talvez mais tarde virar a conta ao contrário.
Ou talvez não.
Há contas que permanecem para sempre.
É conforme o que conta das contas que fazemos na vida.
Fazer contas à vida.....
Tantas contas que fazemos na vida!
Pensando bem, é o que fazemos permanentemente.
Contas enfiadas, contas desembaraçadas.
Contas de somar.
Contas de dividir.
Contas de multiplicar.
Provas de nove.
Raízes quadradas, redondas, oblíquas.
Contas direitas ou tortas.
Curvadas ou estendidas.
Amarrotadas ou engomadas.
Listas e listas de contas.
Umas prioritárias, outras nem por isso.
Umas são para já.
Outras nem chegamos a fazer.
Muitas contas complicadas.
E outras tantas tão simples.
Contas contadas, faladas ou escritas.
Contas de contos, contas do tempo.
Contas por fazer e desenrolar.
Contas partilhadas.
Contas contidas.
Contas em vão.
Contas perdidas.
Contas achadas.
Contadas para esquecer ou reviver.
Contas que se embrulham, guardadas em lugares negros e suados.
Contas de todas as cores, semeadas, brotadas, criadas.
Contas apertadas num novelo de contas já feitas.
Contas que nos moldam as contas.
Facturas que pagamos todos os dias.
Recibos que guardamos na memória.
Dias inteiros de contas para fazer, para cumprir, para realizar.
Anos de contas contadas.
Em dívida ou liquidadas.
Um rol à nossa frente de contas para fazer.
Projectos de contas, contas sonhadas.
Contas somadas às contas que fazemos dia a dia.
Contas feitas às escuras, aos encontrões.
Contas de Luz.
Contas de Água.
Ontem fizemos contas.
Amanhã faremos contas.
Hoje o que conta são as contas que fazemos hoje.
Para podermos fazer mais contas amanhã.
Ou então somar a uma conta diferente.
Ou dividi-la noutro lugar.
Talvez mais tarde virar a conta ao contrário.
Ou talvez não.
Há contas que permanecem para sempre.
É conforme o que conta das contas que fazemos na vida.
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