Ouvi hoje durante o almoço. Fez-me lembrar os meus tempos de criança quando passava temporadas de verão em casa das minhas avós em moradias que ficavam afastadas do centro citadino e movimentado.
Tantas vezes ouvi dizer «vou à vila», ou seja, era dia especial de compras, de visitar amigos, de ir ao médico ou o que fosse que alterasse o quotidiano dos dias.
Fantástico ouvir de novo a expressão em pleno séc. XXI, entrelaçada no meio da conversa sobre as várias possibilidades da utilização dos GPS, ao mesmo tempo que se faziam chamadas por telemóvel para cantar os parabéns ao primo que fazia anos. Fabulosa a ementa– iscas à portuguesa – em agradável companhia numa tasca escondida num bairro bem no centro de Lisboa, rodeada de casas que faziam lembrar as tais moradias de tempos passados.
Há dias assim. Cheios de contrastes.
Tantas vezes ouvi dizer «vou à vila», ou seja, era dia especial de compras, de visitar amigos, de ir ao médico ou o que fosse que alterasse o quotidiano dos dias.
Fantástico ouvir de novo a expressão em pleno séc. XXI, entrelaçada no meio da conversa sobre as várias possibilidades da utilização dos GPS, ao mesmo tempo que se faziam chamadas por telemóvel para cantar os parabéns ao primo que fazia anos. Fabulosa a ementa– iscas à portuguesa – em agradável companhia numa tasca escondida num bairro bem no centro de Lisboa, rodeada de casas que faziam lembrar as tais moradias de tempos passados.
Há dias assim. Cheios de contrastes.

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